Uma indecisão da minha provável decisão
Cerro os olhos e clamo aos céus
Vendo a dificuldade, moradia implacável
Do meu ser coabitando em duplicidade
Guerreio eu com tantos pensamentos
Ao léu do destempero, quase perco a guerra
Mas viva ainda está uma fresta por onde
Passa a espada por sob os panos grossos
Venço a nebulosidade e enxergo com olhos puros
Rendo-me ao refrigério de instantes e ouço
Ouço as mais belas vozes celestiais
A cantar em coro afinado de paz
Só que esse tempo é arredio, e feito cavalo arisco
Tomba-me ao chão, deixando-me em prostração
Acabaram as forças da esperada revolução, feitiço
Com ele veio a força da tempestade...
Autoria:Patrícia Pinna
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Imagem: Internet.




















