Sempre há dentro de todo ser humano, a ansiedade e a necessidade de redescobrir-se! Não existe um momento específico para tal fato se dar, porém, faz-se urgente e saudável que isso certa hora aconteça. É preciso que não venhamos tolir-nos, impedindo que esse processo tão bonito ocorra! Ele pode trazer-nos gratas surpresas ou não, porém, o interessante é saber como vamos lidar com as nossas emoções redescobertas. Bem-vindos! Vamos redescobrir juntos, cada qual com a sua imensa alma!!!!!!!!!!!!
REDESCOBRIDORES DA ALMA!
sábado, 28 de setembro de 2013
Peça By Patrícia Pinna
Desencaixei a peça transportando-me
Para um novo caminho, norteando
Os meus confusos pensamentos
Encontrando o frescor da liberdade
Soltei a peça que formatava tudo
Vislumbrando uma outra passagem
Bem mais interessante em sua imagem
Desmontei a vida para refazê-la ao meu modo
Sem a exatidão presente em seus contornos frios
Montando as peças escolhidas pelo caminho!
Autoria: Patrícia Pinna
Imagem: Internet
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Liberdade Noutro Solo! By Patrícia Pinna
O tempo parou em meio ao verde
Seu silêncio falava conosco
Entre as rochas sentimos o seu mistério
Revelando-se numa agradável atmosfera
Rolamos na relva como um animal faceiro
Deixamos as flores contarem uma história
Adornadas em nosso corpo físico e etéreo
Juntos, abandonamos o caos intrigueiro
E fizemo-nos abençoados em solo mineiro
Liberdade jamais vista nos recônditos da cidade
Onde descalços nossos pés
Sentem a energia da bondade
Brotando das matas, do solo e do céu
Numa aventura encantadora
De um amor completo e ao léu
Desbravamos o desconhecido
E ficamos mais fortes e felizes
Como se a maldade
Não nos impusesse seu manto
Sepultamos as sombras que atormentavam
Sorrimos para a paz, a vida e o amor
Esquecendo por muito da dor
Que intranquilizava a alma
Tirando-lhe o eixo da calma!
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Acervo pessoal
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Suavidade By Patrícia Pinna
Em mim, anunciou-se o amor
Proclamou-se em cada desejado poro
Que respira suave através do teu nome
Composto por todo esplendor sonoro
Beijo-te com a pureza menina
Amo-te com a sagacidade mulher
Sou livre e sou presa
Sobretudo, coesa
Faço-te valioso adorno
A cobrir a nudez do meu corpo
Tramando um plano de fuga
Junto ao pôr do sol
Do mais longínquo porto
Onde o canto dos pássaros
Transforma-se em trilha musical
Abençoando o momento magistral.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Setembro By Patrícia Pinna
Setembro chegara secando a lágrima da mulher
Cobrira o corpo das mais preciosas flores
E em diversidade de cores, enfeitara o sorriso
Que outrora caminhara por ruas de dores
Cândido amor que acabara de nascer
Bailara ao ritmo compassado da natureza
Crescera em forma suave de intrigante beleza
Descobrira o quão importante era o seu querer
Acordara com o aroma envolvente da aurora
Cantara junto com os pássaros em sintonia
Viajara por terras muito distantes e as saudara
E adormecera com as estrelas dum céu sem agonia
Esfuziante raio de sol a aquecera
Agradecera pelo seu precioso calor
Na sua pele renovada pela estação
Que envolvera em graça seu coração!
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Despertou! By Patrícia Pinna
Acordou de eras repletas de estagnação
Concluiu possuir importante bravura
Renovou as camadas do coração
Sorriu para o futuro com candura
Penteou a madeixa curta e ondulada
Espalhando o castanho na sua mão delicada
Amando a possibilidade do recomeço
Mesmo havendo nele provável tropeço
Fez-se em luz de harmonia branca
Deslizando lágrimas de purificação
Rendendo-se ao chamado da nova estação
Decorada com perdão em voz franca.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
domingo, 25 de agosto de 2013
Taça Quebrada! By Patrícia Pinna
O cristal fino brindava a união
Do amor e cumplicidade
Na verdadeira intensidade
Jamais imaginando qualquer desunião
Foram formando formatos
De fissuras, aos poucos, pela taça
Visíveis aos olhos do coração
Não mais existindo a bela doação
Partiu o cristal na sua mão
Sangrou em grande proporção
Sentiu dor no profundo corte
Deixou-se fazer um curativo bem forte
Queria ter o poder da renovação
Queria ter o poder da premonição
Para fazer com o que o cristal não partisse
Evitando que alguém se ferisse
Mas ela é uma simples mortal
Sem algum poder sobrenatural
Apenas é movida pelo deus do amor
E de gole em gole, vai provando seu sabor
Sejam mágicas as moléculas
Fazendo a junção da transparente taça
Não permitindo enxergar a fissura
Novamente o líquido brindando
Sem derramar ao chão
Uma gota de doçura.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Abraço! By Patrícia Pinna
Conversei com a lua, que cansada
Pediu abrigo às estrelas, quase adormecidas
Acordando o sol, então, prontamente pondo-se a brilhar
Aquecendo-me a alma
Das noites frias que passei
Nas minhas andanças pelo firmamento
Onde apenas cansei os femininos
Sendo compreendida pelo rei
Do seu trono desceu
Dando-me um abraço caloroso
Do qual eu tanto precisava.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Anjos da Poesia By Patrícia Pinna
Os anjos da poesia cálida
Falam através da mão pálida
Entre muitas luas e o silêncio
Habitante hospitaleiro do meu eu
Nas viagens cíclicas que fazem
Encontram novos personagens
Assumindo diversas identidades
Feras, fadas, gnomos e duendes
A liberdade transpassa o véu
Que cintila em prata anil
Partículas poderosas e curiosas
Imensamente decoradas no infinito céu
Anjos, ciclos e liberdade
Elementos da poesia subordinada
Apenas ao amor na eternidade
Onde a fantasia é real
E a realidade, uma fantasia.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
sábado, 10 de agosto de 2013
Maré Cheia! By Patrícia Pinna
Luz iluminando os meus quereres
Na objetividade da claridade
Na transparência dos despudores
De encontro ao que é sedutor
Homem firme de abraço forte
Muitos são os seus tentáculos a me prender
E eu a não querer sair de nenhum deles
Na subjetividade do prazer, na insinuação do querer
Seus beijos molhados saciam a minha sede
E numa festa, brindamos ao fim da seca
Onde a chuva desce desmedidamente
Como a força de uma enchente
Sem a nada destruir, preenchendo os córregos
Outrora secos, com a plenitude da maré cheia.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
domingo, 4 de agosto de 2013
Negritude da Alma By Patrícia Pinna
Nuvens, escuridão e lamentação
Noite caída em perdição
Livro aberto da existência minha
Despetalando tal qual a rosa
Que vou desfolhando aos poucos
Absorta em meus pensamentos
Visto-me com a negritude noturna
Esperando que ela torne-se oportuna
Favorecendo-me com seu silêncio
Onde eu possa refletir
Ao pio da sábia coruja
E antes que o dia surja
Possa eu ter aprendido
O verdadeiro sentido da vida
Embora haja placidez na minha tez
A minha alma espera a vez
De entregar-se aos rubores da paixão
Paixão incandescente e festejada
De a tudo querer bem
Sem a insanidade insólita
Camuflando uma beleza hipócrita!
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
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