Sempre há dentro de todo ser humano, a ansiedade e a necessidade de redescobrir-se! Não existe um momento específico para tal fato se dar, porém, faz-se urgente e saudável que isso certa hora aconteça. É preciso que não venhamos tolir-nos, impedindo que esse processo tão bonito ocorra! Ele pode trazer-nos gratas surpresas ou não, porém, o interessante é saber como vamos lidar com as nossas emoções redescobertas. Bem-vindos! Vamos redescobrir juntos, cada qual com a sua imensa alma!!!!!!!!!!!!
REDESCOBRIDORES DA ALMA!
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Suavidade By Patrícia Pinna
Em mim, anunciou-se o amor
Proclamou-se em cada desejado poro
Que respira suave através do teu nome
Composto por todo esplendor sonoro
Beijo-te com a pureza menina
Amo-te com a sagacidade mulher
Sou livre e sou presa
Sobretudo, coesa
Faço-te valioso adorno
A cobrir a nudez do meu corpo
Tramando um plano de fuga
Junto ao pôr do sol
Do mais longínquo porto
Onde o canto dos pássaros
Transforma-se em trilha musical
Abençoando o momento magistral.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Setembro By Patrícia Pinna
Setembro chegara secando a lágrima da mulher
Cobrira o corpo das mais preciosas flores
E em diversidade de cores, enfeitara o sorriso
Que outrora caminhara por ruas de dores
Cândido amor que acabara de nascer
Bailara ao ritmo compassado da natureza
Crescera em forma suave de intrigante beleza
Descobrira o quão importante era o seu querer
Acordara com o aroma envolvente da aurora
Cantara junto com os pássaros em sintonia
Viajara por terras muito distantes e as saudara
E adormecera com as estrelas dum céu sem agonia
Esfuziante raio de sol a aquecera
Agradecera pelo seu precioso calor
Na sua pele renovada pela estação
Que envolvera em graça seu coração!
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Despertou! By Patrícia Pinna
Acordou de eras repletas de estagnação
Concluiu possuir importante bravura
Renovou as camadas do coração
Sorriu para o futuro com candura
Penteou a madeixa curta e ondulada
Espalhando o castanho na sua mão delicada
Amando a possibilidade do recomeço
Mesmo havendo nele provável tropeço
Fez-se em luz de harmonia branca
Deslizando lágrimas de purificação
Rendendo-se ao chamado da nova estação
Decorada com perdão em voz franca.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
domingo, 25 de agosto de 2013
Taça Quebrada! By Patrícia Pinna
O cristal fino brindava a união
Do amor e cumplicidade
Na verdadeira intensidade
Jamais imaginando qualquer desunião
Foram formando formatos
De fissuras, aos poucos, pela taça
Visíveis aos olhos do coração
Não mais existindo a bela doação
Partiu o cristal na sua mão
Sangrou em grande proporção
Sentiu dor no profundo corte
Deixou-se fazer um curativo bem forte
Queria ter o poder da renovação
Queria ter o poder da premonição
Para fazer com o que o cristal não partisse
Evitando que alguém se ferisse
Mas ela é uma simples mortal
Sem algum poder sobrenatural
Apenas é movida pelo deus do amor
E de gole em gole, vai provando seu sabor
Sejam mágicas as moléculas
Fazendo a junção da transparente taça
Não permitindo enxergar a fissura
Novamente o líquido brindando
Sem derramar ao chão
Uma gota de doçura.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Abraço! By Patrícia Pinna
Conversei com a lua, que cansada
Pediu abrigo às estrelas, quase adormecidas
Acordando o sol, então, prontamente pondo-se a brilhar
Aquecendo-me a alma
Das noites frias que passei
Nas minhas andanças pelo firmamento
Onde apenas cansei os femininos
Sendo compreendida pelo rei
Do seu trono desceu
Dando-me um abraço caloroso
Do qual eu tanto precisava.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Anjos da Poesia By Patrícia Pinna
Os anjos da poesia cálida
Falam através da mão pálida
Entre muitas luas e o silêncio
Habitante hospitaleiro do meu eu
Nas viagens cíclicas que fazem
Encontram novos personagens
Assumindo diversas identidades
Feras, fadas, gnomos e duendes
A liberdade transpassa o véu
Que cintila em prata anil
Partículas poderosas e curiosas
Imensamente decoradas no infinito céu
Anjos, ciclos e liberdade
Elementos da poesia subordinada
Apenas ao amor na eternidade
Onde a fantasia é real
E a realidade, uma fantasia.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
sábado, 10 de agosto de 2013
Maré Cheia! By Patrícia Pinna
Luz iluminando os meus quereres
Na objetividade da claridade
Na transparência dos despudores
De encontro ao que é sedutor
Homem firme de abraço forte
Muitos são os seus tentáculos a me prender
E eu a não querer sair de nenhum deles
Na subjetividade do prazer, na insinuação do querer
Seus beijos molhados saciam a minha sede
E numa festa, brindamos ao fim da seca
Onde a chuva desce desmedidamente
Como a força de uma enchente
Sem a nada destruir, preenchendo os córregos
Outrora secos, com a plenitude da maré cheia.
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
domingo, 4 de agosto de 2013
Negritude da Alma By Patrícia Pinna
Nuvens, escuridão e lamentação
Noite caída em perdição
Livro aberto da existência minha
Despetalando tal qual a rosa
Que vou desfolhando aos poucos
Absorta em meus pensamentos
Visto-me com a negritude noturna
Esperando que ela torne-se oportuna
Favorecendo-me com seu silêncio
Onde eu possa refletir
Ao pio da sábia coruja
E antes que o dia surja
Possa eu ter aprendido
O verdadeiro sentido da vida
Embora haja placidez na minha tez
A minha alma espera a vez
De entregar-se aos rubores da paixão
Paixão incandescente e festejada
De a tudo querer bem
Sem a insanidade insólita
Camuflando uma beleza hipócrita!
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Nosso Amor Eros
Um só corpo, somente um desejo
Uma volúpia sem preconceito
No claro ou escuro do nosso canto de amor
Prazeres satisfeitos na nudez aveludada
Fluidez de saliva entre beijos apaixonados
Mãos macias no toque a percorrer
Com sensibilidade a entontecer
E o ápice do gozo, juntamente florescer
Corpos molhados numa cena de calor
De repetições nada cansativas
Lindas, provocantes e exuberantes
Como a mais bela flor do universo
Dando-se a conhecer lentamente
Não há dominado ou dominador
Somos filhos livres do amor
E a ele nos doamos com fervor
Criando formas e gestos
Especialmente nossos
Sons e balbucios
Ao ouvido da pessoa amada
Caminhos por onde maliciosamente
Ela quer ser levada!
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
terça-feira, 23 de julho de 2013
Chances? By Patrícia Pinna
Prisioneiro de ti mesmo numa solidão atroz
Aflito em teus dilemas causando pena
Pena por não poder trazer a lucidez para ti
Rasgar com ímpeto feroz de quem ama
O mal que desequilibra tuas emoções
Queres a chance de reconstrução
Reconstruir cidades açoitadas pelas crises
Do teu emocional constantemente perturbado
Várias vezes as cidades foram sitiadas
Passaram fome e sede, ficaram desérticas
Várias vezes choraram sangue
Seu único alimento na dor
Impotentes ecoam as falas aos teus ouvidos
Não gerando vida na maldita apatia
Centro de todos os males vividos
Nem o intenso amor que te cobre
Consegue libertar tua alma desta agonia
Chances? Quais? Quantas?
As que a ti são dadas a cada aurora
E desprezadas são em toda hora?
Valorosas chances perdidas, desprezadas e esquecidas
Voltando para o coração de quem as deu
Com imensa tristeza em meio ao breu!
Autoria: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
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