Sempre há dentro de todo ser humano, a ansiedade e a necessidade de redescobrir-se! Não existe um momento específico para tal fato se dar, porém, faz-se urgente e saudável que isso certa hora aconteça. É preciso que não venhamos tolir-nos, impedindo que esse processo tão bonito ocorra! Ele pode trazer-nos gratas surpresas ou não, porém, o interessante é saber como vamos lidar com as nossas emoções redescobertas. Bem-vindos! Vamos redescobrir juntos, cada qual com a sua imensa alma!!!!!!!!!!!!
REDESCOBRIDORES DA ALMA!
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
APAIXONADOS
Amor vibrante com sabor de novidade
Presenteando nossos ouvidos com canções de amor
Preenchendo os uníssonos desejos febris
Ao toque aveludado da tua liberdade
No breu do nosso pequeno ninho
Víamos através dos olhos da alma
Seguindo o instintivo caminho
Que a Natureza gentilmente ensinou
Sentimento mesclado ao mel do querer
Destemido e simplesmente apaixonado
Isento de regras enternecidamente
Ensina-me a ser tua mulher
Conduza-me por onde quiseres
Deixe-me ensinar-te a ser o meu amado
Numa cumplicidade jamais corrompida
Beije-me com teus lábios quentes
A repetição da nossa saliva embriagante
Em segundos, minutos, horas
Ou tão somente agora!
AUTORIA:
Patrícia
Pinna
Imagens:
Internet
terça-feira, 18 de setembro de 2012
BAIRROS DESERTOS
Colocar-se no seu lugar, sempre
Entender suas chagas abertas, então
É a voz que fala ao meu coração
Não deveria eu desprezá-la assim
Se fosse tarefa fácil teria cumprido
É um exercício diário consentido
Sou a voz do desejo de mudança
Não havendo, sou a paciente esperança
Vejo-te ao verde lindo da Natureza
Em suas primordiais horas
Onde há o encanto da aurora
Esboçando um sorriso cansado
Sei de ti, sei de mim, sei de nós
Paz, a que almejamos em cumplicidade
Sem ela não há doação permanente
Tampouco, a compreensão inerente
Ao esfuziante governo da nossa cidade
Por que não te ouço?
Por que não me ouves?
Porque nossos bairros estão desertos
O amor pleno virou a esquina
Cambaleando, cuidando para não tombar
Evitando nas mornas ruas
A mesmice profunda dos cortes!
AUTORIA:
PatríciaPinna.
Imagens:
Internet.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
TEMPESTADE
Terríveis acessos de ira vermelha
Encontros de adrenalina em alta
Momentos hormonais complicados demais
Preferindo não conter a agressividade
Emoção, que dependendo do mês, é pranto
Sensibilidade no ouvir multiplicada por sete
Tem tristeza, tem dor, tem furacão
Ainda bem que existem os que compreendem
Dizendo para a calma procurar manter
Especialmente os que amam incondicionalmente
AUTORIA:
Patrícia
Pinna.
Imagens:
Internet.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
MENSAGEM PARA O PLAGIADOR
POEMA feito pelo poeta Caio Fazolato do blog "INTEGRAÇÃO HISTÓRICA" (caiovinicius160.blogspot.com) em virtude dos terríveis CRIMES DE PLÁGIO que vem
acontecendo na INTERNET, infelizmente!
Plagiador, onde nasce a sua dor?
A dor de ser o que não és
Plagiador, leia as obras alheias
E se conforme com a originalidade das linhas
Sua mente não contém ideias forasteiras
No descobrimento das poesias
Não, não tens
Não, não és
Não és dotado de criatividade de criar
És dotado de criatividade da escolha de furtar
Assim sendo plágio, assim sendo plagiador
Mas por que não ladrão?
Mas por que não bandido?
Se as suas concepções nascentes
Fossem roubadas por um impertinente
Como se sentiria?
Se as suas horas de transpiração
Dedicadas a arte da criação
Fosse um mérito de um demérito
Como se sentiria?
Pra ti, não tenho resposta
Pois a falta de caráter
Nunca bateu na minha porta
A integridade da minha casa
Está protegida de honestidade
A limpeza do meu santuário
É rica em verdade
No final de tudo, eu bato no peito e digo:"Este poema foi criado por mim!"
Já vós: " Será que irão gostar
Da mentira que está aqui?"
No final de tudo, não sentes um imenso orgulho
De tudo aquilo que por ti poderia ser
Verdadeiramente criado
Quero que saiba que não me sinto lisonjeado
Pelo fato de saber que sou admirado
Pois quem plagia, plagia aquilo
Que gostaria de ter feito
Portanto, eu lhe aconselho: Plagie a sua mente
Recite poemas de poetas nos dando autoria
Assim seria a sua redenção
O verdadeiro ato de adoração
Plagiador, onde nasce a sua dor?
Nasce de um pensamento que gostaria de ter criado
Porém, crias apenas a dor de um incapacitado
Estarei um dia com a minha sã consciência
E brilhará a tão valiosa honestidade
Enganar os alheios conseguirás
Mas a verdadeira verdade, tu não terás!
AUTORIA: Caio Fazolato
Imagens: Internet
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
SENSAÇÕES PROVOCADAS
Voz inebriante chamando-me de amada
Aquecendo-me com o ar saído de tua boca
Despertando em mim um longo prazer
Voz que enternece o meu rosto
Fazendo eu abrir um delicado sorrisoTeu, só teu!
Voz que estremece o meu corpo
Ao timbre forte em meus ouvidos
Pulsações em mim levemente afloradas
Num tom provocante e crescente
Iniciando um momento de amor
Teus olhos cultuam os meus
Reluzindo todo o seu brilho
Tua boca pede a minha
Inevitavelmente apaixonada
Teu nariz toca a minha pele
No afã de endoidecer-me
Teus braços envolvem os meus
Numa previsão de emoção
Transparente ao coração
Mar entregue ao Sol
Imensidão e calor fundem-se
Nos momentos férteis de amor
Nascentes em solo sagrado
Onde não habita a solidão.
AUTORIA: Patrícia Pinna
Imagens: Internet e Acervo Pessoal
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
EXTREMOS
Sua alma nobre gerando amor
Hoje ofuscada pelo invasivo terror
Vivendo prisioneira do desequilíbrio
Que desejosa precisa extirpar
Perdida está sem saber como proceder
Isolada ficando a lamentar a bipolaridade do ser
Aprisionando-o numa doce idade
Entre pesos que não consegue suportar
Numa escuridão silenciosa de si mesmo
E o amor que o faz flutuar
Numa releitura agradável e felizDe sonhos vividos acordado
Sorvendo a paz de uma alma tranquila
Ao sentir a calmaria do mar
Sabendo o real sentido de amar
Aprisionamento das emoções
Remorsos visíveis nas suas ações
Refletindo-se por não ter
O desejado autocontrole
Das energias espalhadas no Universo
Sugadoras de você nesse processo
Abra o teu peito e ore, a fim de obter a vitória
A amargura não é inerente a ti
Teu mundo não dará vazão ao mal
Nem ao persistente sinal
De que a inimiga depressão é o teu final.
AUTORIA: Patrícia Pinna.
Imagens: Internet
sábado, 18 de agosto de 2012
NATURALMENTE!
Preciso agir naturalmente
E não fixar-me em outras vertentes
Sou o que sou autenticamente
Não posso e nem quero ser diferente
Quando tento
Eu sempre me arrebento
Sou a digital da minha alma
Personalidade única
E em conhecimento
Conhecer outras almas é interagir
Isso eu adoro fazer sem de mim fugir
Amo, sorrio, choro, grito e imploro
Inconscientemente sinto que imploro carinho
Parece contradição se sei que faço
Mas as pessoas que eu não abraço
Sinto tristeza pela ausência do laço
Sou a nudez, não nego
Prefiro esse estado descobertoDo que os véus cobrindo o meu ser
Quero rasgá-los, descortiná-los
Não preciso dessa proteção
Eu amo da alma a exposição
A liberdade de expressão
De ir, vir e poder falar
Escrever o que sinto
Não rebuscar para demonstrar ser
Alívio imenso sinto agora
Acontece que eu tirei um peso
Da minha inesquecível memória
Se estranho puder parecer
Não há nada que eu possa fazer
A não ser soltar o meu prazer
E o meu prazer é esse:
AMAR, VIBRAR
INTERAGIR, OUVIR,
ESCREVER, LER
COMENTAR, DOAR
SORRIR, EMERGIR
CANTAR, CALAR
RIMAR OU NÃO
Ser eu mesma é o melhor delesSinto-me liberta, viva e corajosa
A defesa que tenho internamente
Exterioriza as minhas reações
É sangue corrente nas veias
É o ar sem poluição que respiro
É o grito que solto sem culpa
Ser natural, é a vida dentro de mim
Que tento passar na minha jornada terrestre
Procurando aprender sempre com o Mestre!
AUTORIA: Patrícia Pinna.
Imagens: Internet
sábado, 11 de agosto de 2012
PASSADO E PRESENTE
Corpo frio, pulsação fraca
Emoção despedaçada
Emoção em cenas divididas
Entre o passado e o presente
Passado, reluzia a beleza da fala grave
O timbre do amor que eu sentia em mim
A verdade do significado da alma
Absoluta, incondicionalmente viva
Natureza verde
Cenário do espetáculo
Vento: Ator coadjuvante em sorrisos
Nós:
Sentidos ao sentimento sereno
Inacreditável como nas fantasias
Contudo, fluidamente real
Presente, Natureza conturbada
Sem equilíbrio e amarelada
Árvores sem frutos e poucas folhas
Folhas secas sem vivacidade
Falas passadas eram agradáveis
Românticas, aquecendo o coração
Voando, acariciando, saindo do chão
Numa magnífica proporção de comunhão
Falas presentes sem preenchimento feliz
Cortadas, gritantes em sua raiz
Ferindo aos poucos numa agonia infeliz
Esperando um dia a salvação por um triz
Não entendo a negação incoerente
Salpicando as diversas ações
Não compreendo a afirmação
De um olhar a brilhar
E a boca externar
Um pedido de perdão
Sem sequer questionar
De onde e como vem
Essa extrema confusão pairando no ar
Como transparente desilusão.
AUTORIA: Patrícia Pinna
Imagens: Internet
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