REDESCOBRIDORES DA ALMA!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

MENSAGEM PARA O PLAGIADOR



POEMA feito pelo poeta Caio Fazolato do blog "INTEGRAÇÃO HISTÓRICA" (caiovinicius160.blogspot.com) em virtude dos terríveis CRIMES DE PLÁGIO que vem
acontecendo na INTERNET, infelizmente!



Plagiador, onde nasce a sua dor?
A dor de ser o que não és
Plagiador, leia as obras alheias
E se conforme com a originalidade das linhas

Sua mente não contém ideias forasteiras
No descobrimento das poesias
Não, não tens
Não, não és

Não és dotado de criatividade de criar
És dotado de criatividade da escolha de furtar
Assim sendo plágio, assim sendo plagiador

Mas por que não ladrão?
Mas por que não bandido?

Se as suas concepções nascentes 
Fossem roubadas por um impertinente
Como se sentiria?

Se as suas horas de transpiração
Dedicadas a arte da criação
Fosse um mérito de um demérito
Como se sentiria?

Pra ti, não tenho resposta
Pois a falta de caráter 
Nunca bateu na minha porta

A integridade da minha casa
Está protegida de honestidade
A limpeza do meu santuário 
É rica em verdade

No final de tudo, eu bato no peito e digo:"Este poema foi criado por mim!"
Já vós: " Será que irão gostar
Da mentira que está aqui?"

No final de tudo, não sentes um imenso orgulho
De tudo aquilo que por ti poderia ser
Verdadeiramente criado

Quero que saiba que não me sinto lisonjeado
Pelo fato de saber que sou admirado
Pois quem plagia, plagia aquilo
Que gostaria de ter feito

Portanto, eu lhe aconselho: Plagie a sua mente
Recite poemas de poetas nos dando autoria
Assim seria a sua redenção
O verdadeiro ato de adoração

Plagiador, onde nasce a sua dor?
Nasce de um pensamento que gostaria de ter criado
Porém, crias apenas a dor de um incapacitado

Estarei um dia com a minha sã consciência
E brilhará a tão valiosa honestidade
Enganar os alheios conseguirás
Mas a verdadeira verdade, tu não terás!




AUTORIA: Caio Fazolato
Imagens: Internet         



 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

SENSAÇÕES PROVOCADAS



Voz inebriante chamando-me de amada
Aquecendo-me com o ar saído de tua boca
Despertando em mim um longo prazer



Voz que enternece o meu rosto
Fazendo eu abrir um delicado sorriso
Teu, só teu!



Voz que estremece o meu corpo
Ao timbre forte em meus ouvidos
Pulsações em mim levemente afloradas
Num tom provocante e crescente
Iniciando um momento de amor



Teus olhos cultuam os meus
Reluzindo todo o seu brilho
Tua boca pede a minha
Inevitavelmente apaixonada


Teu nariz toca a minha pele
No afã de endoidecer-me

Teus braços envolvem os meus
Numa previsão de emoção
Transparente ao coração



Mar entregue ao Sol
Imensidão e calor fundem-se
Nos momentos férteis de amor
Nascentes em solo sagrado
Onde não habita a solidão.


AUTORIA: Patrícia Pinna
Imagens: Internet e Acervo Pessoal






quarta-feira, 22 de agosto de 2012

EXTREMOS



Sua alma nobre gerando amor
Hoje ofuscada pelo invasivo terror
Vivendo prisioneira do desequilíbrio
Que desejosa precisa extirpar

Perdida está sem saber como proceder
Isolada ficando a lamentar a bipolaridade do ser
Aprisionando-o numa doce idade
Entre pesos que não consegue suportar
Numa escuridão silenciosa de si mesmo

E o amor que o faz flutuar
Numa releitura agradável e feliz
De sonhos vividos acordado
Sorvendo a paz de uma alma tranquila
Ao sentir a calmaria do mar
Sabendo o real sentido de amar

Aprisionamento das emoções
Remorsos visíveis nas suas ações
Refletindo-se por não ter
O desejado autocontrole
Das energias espalhadas no Universo
Sugadoras de você nesse processo

Abra o teu peito e ore, a fim de obter a vitória
A amargura não é inerente a ti
Teu mundo não dará vazão ao mal
Nem ao persistente sinal
De que a inimiga depressão é o teu final.

 


AUTORIA: Patrícia Pinna.
Imagens: Internet



sábado, 18 de agosto de 2012

NATURALMENTE!



Preciso agir naturalmente
E não fixar-me em outras vertentes
Sou o que sou autenticamente
Não posso e nem quero ser diferente


Quando tento
Eu sempre me arrebento
Sou a digital da minha alma
Personalidade única
E em conhecimento

Conhecer outras almas é interagir
Isso eu adoro fazer sem de mim fugir
Amo, sorrio, choro, grito e imploro

Inconscientemente sinto que imploro carinho
Parece contradição se sei que faço
Mas as pessoas que eu não abraço
Sinto tristeza pela ausência do laço


Sou a nudez, não nego
Prefiro esse estado descoberto
Do que os véus cobrindo o meu ser
Quero rasgá-los, descortiná-los

Não preciso dessa proteção
Eu amo da alma a exposição
A liberdade de expressão
De ir, vir e poder falar
Escrever o que sinto
Não rebuscar para demonstrar ser

Alívio imenso sinto agora
Acontece que eu tirei um peso
Da minha inesquecível memória

Se estranho puder parecer
Não há nada que eu possa fazer
A não ser soltar o meu prazer


E o meu prazer é esse:

AMAR, VIBRAR
INTERAGIR, OUVIR,
ESCREVER, LER
COMENTAR, DOAR
SORRIR, EMERGIR
CANTAR, CALAR
RIMAR OU NÃO


Ser eu mesma é o melhor deles
Sinto-me liberta, viva e corajosa
A defesa que tenho internamente
Exterioriza as minhas reações

É sangue corrente nas veias
É o ar sem poluição que respiro
É o grito que solto sem culpa

Ser natural, é a vida dentro de mim
Que tento passar na minha jornada terrestre
Procurando aprender sempre com o Mestre!


 

AUTORIA: Patrícia Pinna.
Imagens: Internet





sábado, 11 de agosto de 2012

PASSADO E PRESENTE



Corpo frio, pulsação fraca
Emoção despedaçada
Emoção em cenas divididas
Entre o passado e o presente

Passado, reluzia a beleza da fala grave
O timbre do amor que eu sentia em mim
A verdade do significado da alma
Absoluta, incondicionalmente viva

Natureza verde
Cenário do espetáculo
Vento:
Ator coadjuvante em sorrisos
Nós:
Sentidos ao sentimento sereno
Inacreditável como nas fantasias
Contudo, fluidamente real

Presente, Natureza conturbada
Sem equilíbrio e amarelada
Árvores sem frutos e poucas folhas
Folhas secas sem vivacidade

Falas passadas eram agradáveis
Românticas, aquecendo o coração
Voando, acariciando, saindo do chão
Numa magnífica proporção de comunhão

Falas presentes sem preenchimento feliz
Cortadas, gritantes em sua raiz
Ferindo aos poucos numa agonia infeliz
Esperando um dia a salvação por um triz


Não entendo a negação incoerente
Salpicando as diversas ações
Não compreendo a afirmação
De um olhar a brilhar
E a boca externar
Um pedido de perdão

Sem sequer questionar
De onde e como vem
Essa extrema confusão pairando no ar
Como transparente desilusão.
AUTORIA: Patrícia Pinna
Imagens: Internet







segunda-feira, 6 de agosto de 2012

ARREBOL DA PAIXÃO



No arrebol da paixão
O encanto é a semente viva
Germinada num solo fresco
Cultivada com fervor
Entre aromas abençoados do campo

A naturalidade dos amantes
Regando amplamente felizes
A morada onde repousa o grão
Dedicando-se ao crescimento perfeito

Não há nada assim tão ideal
Que pudessem levar até o final
O tempo desfez-se em pranto
O que antes servia de recanto

Os nutrientes outrora presentes
Precipitaram-se doentes
Desencadeando uma morte
Por desnutrição das inocentes sementes.


AUTORIA: Patrícia Pinna.
Imagens: Internet.



segunda-feira, 30 de julho de 2012

TORRENTES



Sem chão, sem vontade, sem palavra
Nada há que resista a esse estado
Conflitante e equacionado


Realidade desembocada numa esquina
Do pensamento puramente primário
Letárgico, esvoaçante e contraditório
Fazendo mudar em segundos
Qualquer conteúdo de uma história


Pupilas em expressivas torrentes
Descendo através da face
O mar de sofrimento em vão


Afogando a boca entreaberta
Que esboça uma canção
Onde a dor anuncia-se com torpor
Os tortuosos caminhos do amor.


AUTORIA: Patrícia Pinna
Imagens: Internet




quarta-feira, 25 de julho de 2012

SAGA

 


O cavalheiro sofreu de remorso
Por não tratar a sua dama como convém
Recebeu a negação da sua voz
Tornando-se dela um triste refém

O castelo em que viviam
Condizia com a beleza interior
Que retratava aquele amor
Mas o cavalheiro esqueceu
De cuidar dele com fervor

A dama decepcionada ficou
Ao ver que ele só pensava em si
Vendo a gentileza dele não mais fluir 

Partiu do castelo num galope
Galope de cavalo arredio
Não importando-se nem com o frio

Cavalheiro de atitudes ambíguas
Coloca-se a lamentar por perder o seu amor
Que dizia venerar

Seu arrependimento não foi sincero
Incorreu no erro sem pensar
Ficando sem a dama
Por não sabê-la cortejar.



AUTORIA: Patrícia Pinna.
Imagens: Internet




quinta-feira, 19 de julho de 2012

DERME E EPIDERME

 

A DERME é a essência do nosso encontro
Em uma união vedada para a superficialidade
Internalizando os sentimentos profícuos

EPIDERME, marcas vistas a olho nu
Expostas na nossa pele
Tatuadas em diversos tamanhos
Sendo de prazer ou dor

A DERME enxerga
Com olhos invisíveis
Olhos que ninguém contempla
Num passeio de alma indizível
Não buscando entendimento
Aprofundando-se em um
Sensível contentamento

EPIDERME, é a paixão inebriante
Dos cinco sentidos aflorados
Ela é tocada com volúpia
Ouvida em pequenos gemidos
Entre os beijos saborosos vividos

Nos fluidos trocamos aromas
Na Lua que clareia o quarto
Iluminando a pele de suor

A DERME é o amor que não vemos
Que sabemos existir certamente
Ansiando um dia encontrar
Sentir o seu poder sem saber o porquê

Ele transforma, sereniza e conforta
Sendo a cumplicidade a sua porta
Romântica e decidida
É uma escolha de vida
Sendo de que tipo for
Não pode deixar de ser vivida!


AUTORIA: Patrícia Pinna.
Imagens: Internet.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

MORTE!



Encontrei  a dor revestida de culpa
Encontrei a face morta
Olhando-me no reflexo do espelho
Encontrei a morte da suavidade
Presente nos meus dias
Sem fisicamente fazer o desenlace


A morte está nas minhas ações
A morte está nas minhas decepções
Ela está no meu linguajar arrogante
Que em forma de sons não edificantes
Expulso venenosamente da minha boca!


Deus! Deus!
Extinto está o meu coração
Da bondade divina
Confundindo autoridade
Com autoritarismo
Furtando-me ao conhecimento
Da real mudança 
Que transitoriamente
Penso apossar-se de mim


Tola ilusão!
Enquanto durmo
Acalmo o meu ser
Não sendo fel
E nem ferindo à espada


Quando acordada volto 
Aos tormentos interiores
Descobrindo que continuo do mesmo modo
Sem razão, sem justificativa e sem perdão


Oh, Deus! Quantos inocentes eu feri 
Sangrando até a quase morte?
Eles vivem em Terapia Intensiva
E eu estou praticamente pronta
Mesmo indo contra o meu pensamento
Provocar uma eutanásia emocional!




AUTORIA: Patrícia Pinna.
Imagens: Internet.